22/10/2009

Dizer não ao sofá

Passei o dia indisposta. Com uma leve dor de barriga, pouca vontade de comer, tive frio, sentia cansaço... Espirrei algumas vezes e, por 2 segundos, pensei se teria Gripe A. Percebi que não. Deitei-me no sofá. Dormitei e acordei mesmo a tempo de ir para o ginásio fazer a aula de step. Hesitei, pensei não ir. Mas fui. "O pior que pode acontecer - pensei - é eu ter de facto gripe A e contaminar toda a gente (que me vai ficar infinitamente agradecida por poder faltar ao trabalho) ou, no caso de isto ser só fraqueza, por causa das minhas eternas anemias, desmaiar". Lá fui.
Foi tão bom...!!! Esqueci as dores, esqueci o frio, esqueci que já não sou a melhor amiga do meu melhor amigo (simplesmente porque ele já não pode/quer ser o meu melhor amigo também), esqueci aquela tristeza estúpida que, de quando em vez, vem morder-me os calcanhares, e dancei... Cheguei a casa cansada e bem disposta.
Às vezes, quando o malvado do sofá nos tenta seduzir, há que dizer que não. Lá fora há gente e esquecimento. E quando estes não resultam, o sofá está lá na mesma, quando voltarmos para casa.

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